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Riponga, atriz aprende a virar madame na marra em Salve-se Quem Puder

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Débora Olivieri brinca que precisou deixar para trás os seus dias em Woodstock ao interpretar a ex-modelo Graziela em Salve-se Quem Puder. Uma riponga assumida, ela precisa se equilibrar no salto alto para aprender na marra a virar perua. “Minha personagem é rica, cheia de joias, animal print. São coisas que eu detesto, mas que me transformam naquela pessoa chique, elegante. Justo eu, uma hippie”, revela a artista ao Notícias da TV.

Depois de três novelas de época seguidas, ela confessa que é mais fácil lidar com os espartilhos e os longos apliques do que com as frescuras da mãe de Alexia (Deborah Secco). “Eu adoro esse trabalho de composição [histórica], mas esse papel contemporâneo, de uma mulher chique, é até mais difícil”, explica a paulistana.

Pela primeira vez como uma dondoca na televisão, a intérprete tem se divertido ao colecionar elogios à sua aparência. “Está todo mundo me perguntando se fiz plástica. E olha que eu até queria, porque estou com 62 anos. Mas não deu tempo de mexer em nada por conta da novela. Até eu me olho e acho que realmente estou linda”, dispara ela, aos risos.

A atriz acredita que a sua beleza floresceu sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica, e sim por conta do bom momento profissional e pessoal. Ela atualmente está casada com o holandês Ruud Dankers –a quem conheceu em um aplicativo de paquera em 2017.

Os dois vivem um romance à distância, se dividindo entre a América do Sul e a Europa. “A gente está feliz com esse ir e vir, passamos no máximo umas cinco semanas separados. Ele, no entanto, já veio com uma conversa de que quer ficar de vez, mas o país do jeito que está, pelo amor de Deus”, confidencia ela.

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Graziela (Débora Olivieri) e Petra (Bruna Guerin) na novela das sete da Globo: herdeira preferida


Maternidade às avessas

Além de se estranhar com os luxos da madame, Débora ainda se espanta com a diferença com que Graziela lida com as filhas Alexia e Petra (Bruna Guerin). “As cenas de flashback em que ela trata a personagem da Deborah Secco mal são as que mais me doem fazer. Eu fiquei aflita em uma sequência em que ela vira para a garota, ainda na infância, e chama ela de gorda”, pondera.

Ela frisa que as atitudes de sua personagem são “incompatíveis” com a criação que ela deu para as filhas Júlia e Fernanda, de 35 e 32 anos, respectivamente. “Eu estudo bastante, porque é difícil entender como uma mãe pode ser tão cega. Eu sei que existem seres humanos que agem dessa maneira péssima”, pontua a atriz.

Ela acredita, entretanto, que a matriarca dos Máximo vai ter a chance de se redimir depois que as gravações do folhetim forem retomadas após a pausa forçada pelo coronavírus (Covid-19). “Já teve uma cena em que ela olha para uma foto da filha e pensa como seria se ela pudesse voltar atrás. Essa é chave para entender que Graziela não é uma carrasca, nem vilã. Ela apenas errou”, conclui Débora.

Fonte: Notícias da TV

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