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Entrevista: Vitor Kley fala sobre a receita certeira de “O Sol”, suas facetas no álbum “Adrenalizou” e a maior conquista que veio com o sucesso

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“O Sol”. Se você não morou em uma bolha no último ano certamente ouviu o hit recém indicado a Música do Ano no Melhores do Ano, do Domingão do Faustão. A faixa pode sim ter apresentado esse gaúcho para o restante do Brasil, mas Vitor Kley já estava aí batalhando há quase dez anos. Com trabalho de formiguinha e amadurecimento do artista como compositor e musicista, o tiro foi certeiro na música que, segundo ele mesmo, é a que mais o representa.

Mas Vitor Kley é muito mais que “O Sol”. O cara tranquilão está aproveitando cada minuto do sucesso, mas com os dois pés no chão. Para ele, poder se conectar com as pessoas é o maior prêmio que a música lhe trouxe. E eu sou testemunha disso. No papo, fiz questão de revelar uma surpresa para o cara que faz parte da minha vida de uma maneira muito especial.

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POPline: Primeira composição com 10 anos. Primeiro álbum em 2009. Mesmo você não sendo novato, muita gente te dá esse selo por causa do sucesso arrebatador de “O Sol”, mas a sua trajetória já tem quase 10 anos! Você pensa sobre isso?
Vitor Kley: Cara, é uma doidera porque sempre tem uma grande novidade então não parece que não faz tanto tempo assim. E, como você falou, muita gente passou a me conhecer por causa de “O Sol”, então as coisas malucas mesmo tipo show, viajar para cá e para lá… tudo isso começou agora para mim então está sendo novidade.

E tudo foi saindo com muita calma, bem no seu ritmo. Você é muito tranquilão, “good vibes” como você se descreveu no “Buscando Meu Nome”.
Isso! Foi tudo bem tranquilo, claro que é preciso um pouco de paciência, de persistência para que as coisas aconteçam, né? Como comecei muito novo, foi no tempo certo. Sou tranquilão mesmo, sou grato por ter começado muito novinho e ter dado certo só agora porque é só agora que me sinto preparado para ser exemplo para as pessoas, para passar uma mensagem boa.

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E aguentar o rojão.
Exatamente (risos)! Não é fácil, mas é muito prazeroso curtir essa caminhada.

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“O Sol” já tem um ano de lançado e continua em alta. A música mudou a sua vida. Você consegue atribuir esse fenômeno a algo especial?
Ah, sim. Na verdade “O Sol” veio meio que na contramaré… assim, metade da música é voz e violão e não tinha muita coisa, não que eu lembre desde que lançamos a música, deste estilo na rádio. E me surpreendeu muito ela ter “pegado”. Acho que não ter muitas músicas neste estilo foi um dos fatores, foi algo diferente. Mas com certeza eu atribuo à composição. É uma música “muito Vitor”, sabe? Ela se encaixou perfeitamente comigo e, lógico, a produção e todo o trabalho feito em cima dela… foi tudo no momento certo. Ela foi lançada no dia que virou horário de verão…

Mesmo? Até o cosmos conspirou a seu favor (risos).
(risos) Não é? Os planetas estavam alinhados, muita doidera!

E ter música na novela “Espelho da Vida”? É um dos marcos na carreira de um artista.
Isso é muito louco. Como você falou, a música tem um ano e quando a gente acha que ela vai começar naturalmente a ter uma caída, vai lá e entra como tema da protagonista da novela. Que loucura isso! Está sendo uma experiência incrível… a música conquistou tudo o que podia conquistar.

Falando em “O Sol” eu queria na verdade te agradecer. Vi um vídeo no seu Instagram de duas crianças cantando a música e você agradecendo na legenda por fazer parte da felicidade da vida delas. Então, eu queria aproveitar a oportunidade para te agradecer: na festa do aniversário do POPline você pediu para gravar um vídeo para uma criança de 2 anos e meio que é super fã seu depois de conhecer a história dele. E esse fã pequenino é o meu filho.
Foi pro seu filho? Caraca! Ele ama a música, é isso?

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Sem mentira: há pelo menos cinco meses ele escuta “O Sol” repetidamente, várias vezes por dia. Ele te imita no violãozinho dele, os gestos que você faz no clipe, o jeito que você senta… e ele ficou muito feliz com o vídeo que você mandou sem ninguém pedir. A gente gosta da música e pode ter certeza que já faz parte da rotina da família há muito tempo.
Olha só, velho! Nossa… muito obrigado a você. Que massa ouvir isso, cara! Pô eu quero muito conhecê-lo!

E para mim, como mãe e jornalista, eu só queria agradecer seu carinho. Você foi muito gentil em enviar o vídeo.
Pelo amor de Deus, Amanda. Foi um enorme prazer pra mim. Sempre que eu vejo crianças cantando minhas músicas, vejo que minha missão aqui vem sendo cumprida. Elas são muito puras. Pô, tem 2 anos e meio, ainda está se formando e poder fazer parte da vida dele com uma mensagem boa, né? Falando de coisa boa, que pode ser duradoura, talvez ele vá escutar a música quando for mais velho, irá passar isso adiante. Isso é muito massa! Muito obrigado a você. É um prazer fazer parte da vida de vocês e obrigado pelo carinho.

Mas vamos voltar para o álbum porque há muito mais que “O Sol” em “Adrenalizou”. Ele é um álbum cheio de texturas. Foi algo de propósito ou foi resultado de um garimpo? Você veio lançando faixas dele aos poucos, ano após ano.
Na verdade, o “Adrenalizou” é um marco muito importante para mim porque “Dois Amores”, por exemplo, eu escrevi em 2010, “Marambaia” é de 2012/2013. Então são músicas antigas, mas que querendo ou não sempre fizeram parte das “selecionadas” porque tinham algo especial. E “Adrenalizou”, a mais recente, já mostra um outro lado da composição, cheio de substantivos, de palavras malucas que envolvem adrenalina. Então o disco caminha por várias fases do Vitor e acho que ouvindo o álbum, pô, estou muito feliz porque a galera está bem dividida. Estão gostando de várias músicas, não tem uma que se destaca entre as preferidas. A gente trouxe músicas do EP de 2016 também porque minha vida antes de “O Sol” era uma, depois do “O Sol” é outra então a gente decidiu mostrar para a galera essas músicas que estavam lá atrás… É muito massa essa experiência.

E você veio com quatro inéditas para fechar o disco. Você disse a mim que “O Sol” te representa, mas se eu tivesse que apostar “Marambaia” também é a sua cara.
Isso! “Marambaia” é uma música praiana, tem um violão de nylon ali solando, bem da praia mesmo. É legal porque ela é feita em homenagem ao lugar onde eu aprendi a pegar onda que se chama Marambaia. Então tem essa conexão. “Como Se Fosse Ontem” é, para mim, uma das melhores. O disco saiu meia noite e no outro dia de manhã havia várias mensagens de amigos pessoais mandando ‘o que é essa música’, ‘cara fui pro banco trabalhar e tô aqui agora relax ouvindo. Parece que você escreveu para mim’. Pô, a gente está na correria do dia-a-dia, mas não pode deixar a vida passar, a gente tem que respirar, a gente tem que viver, aproveitar a vida. Isso é muito massa, saca? Isso para mim já é sucesso. O brother ligou amarradão. É uma música que você tem que prestar atenção na letra.

Você fala muito orgulhoso de como sua música criou essa conexão com pessoas que você conhece e com majoritariamente com quem você nunca viu.
Ah, pô, e acho que… sabe Amanda? Acho que minha missão é por aí. Quanto mais eu puder estar conectado, seja com quem eu conheço, seja com quem eu ainda não tive a oportunidade de conhecer, tipo… cara… a reação que você teve com teu filho. Meu, isso é sucesso pra mim, não importa se tem cem, dez milhões [de visualizações/streaming]. Pra mim o que importa é isso. Essa conexão que eu criei com as pessoas, com sua família, seu filho. Não há preço que pague isso. É muito gratificante.

Você tocou num ponto que eu queria resgatar. Disse que “O Sol” nasceu em um momento que este estilo de música voz/violão não estava em alta e hoje a gente vê vários artistas na rádio, gente incrível como Melim, Jão, Lagum, Anavitória… Como mudou, não é?
Então, cara… na verdade um cara que eu lembro, de ter marcado isso pra mim, essa mudança, foi o Tiago [Iorc]. Não tinha gente que tocava violão na rádio naquela época, que tocava músicas mais leves e lembro de ter pensado ‘que sensacional’. Aí ele meio que deu um tempo e ficou aquele espaço vazio. Aí veio Anavitória, o “O Sol” provando que tinha gente que gostava deste tipo de som, Melim, Lagum, são todos meus amigos, Gabriel Elias, a Kell [Smith]… agora sinto que há um cenário, sabe? Não é só um ou outro. Veio todo mundo. Escuto todo mundo na rádio. Me sinto muito feliz de fazer parte deste movimento, tem muita gente boa. Parece que a gente acertou a hora, de estarmos todos juntos nessa vibe orgânica. Outra coisa legal é tipo, a Anitta fazendo participação com o Silva. É muito legal essa união dos universos.

E você já participou do universo do sertanejo um pouquinho.
Isso, o Fernando e Sorocaba… participei do DVD deles cantando uma música que eu escrevi “Valeu a Pena”.

Você tem vontade de estreitar relacionamento com outros tipos de ritmo que você ainda não se aventurou?
Eu acho massa porque está todo mundo neste momento pela música, não tem aquela divisão de estilos, saca? Está todo mundo se unindo. Você vê, o Matheus e Kauan cantando com a Anitta, com o Anavitória, Anitta cantando com Kevinho, com o Silva, eu cantando com o Fernando e Sorocaba… eu acho muito massa esse movimento que se forma. A Sandy está fazendo um quadro que ela chama a galera pra cantar com ela, não é? Isso é lindo demais de se ver. É sensacional. Tem tudo para ser algo duradouro.

Falando em Melim, vocês se esbarraram os bastidores da festa de 12 anos do POPline. Dá para estreitar relacionamento, combinar um encontro em estúdio…
Pô, demais! Até ia te falar, na festa do POPline… o Jão eu conheço há muito tempo, acho o trabalho dele demais, ele é muito brother. O Melim também são amigos, mas eu conheci o Vitão, o Luccas Carlos, os caras são muito massa. A gente trocou ideia, trocamos contato para fazermos um som juntos. Então muito legal isso da festa de vocês também! Vocês ajudam para caramba o movimento, muito obrigado.

E o clipe de Morena? Teremos?
Teremos clipe! Vai ser da versão original mesmo, do Bruno Martini. Olha, para ser sincero contigo Amanda, vocês vão gostar bastante do clipe, teremos umas surpresas que vão render matéria, hein (risos)?

Opa! E planos de viajar mais pelo Brasil? Você tem feito muitas cidades no Sul/Sudeste, por enquanto.
Agora você me contando a história do seu filho, eu quero ir (risos). A gente está planejando a agenda maior sim, quero conhecer todo mundo! Olha, Amanda, POPline, muito obrigado por tudo.

Fonte: Popline

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